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 Rescaldo NavEX

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S.L.Tozecas

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MensagemAssunto: Rescaldo NavEX   Seg Maio 05, 2014 9:44 am

Este vai ser longo, já o estou a fazer, mas vai demorar o seu tempo.

Irei fazê-lo por partes.

1ª Parte:


Rescaldo NavEx

Preliminares:
Com todos os presentes, dividiram-se as equipas que participavam no exercício. Na nossa patrulha ficou  o camarada Paulo Monteiro, dos Warfare Operating Contractors, que contribuiu, com grande empenho , para o sucesso da missão.

Primeira fase: Sala de aula, objetivo: dotar os participantes de conhecimentos base para poderem participar no exercício. Os conhecimentos eram vocacionados para a iniciação à navegação, sendo depois complementados por dicas que os elementos GOFE foram dando, baseados na sua experiência em campo.

No meu caso, sendo eu o navegador dos TNT, já tinha os rudimentos da orientação. A parte das dicas foi muito importante, fez-me refletir em alguns erros de procedimentos em que eu habitualmente incorro: o uso de luz vermelha para a leitura da carta militar, o uso de uma segunda pessoa na navegação (teremos de definir um segundo navegador, diferente do líder de patrulha, com quem eu vou trocando algumas ideias no terreno, para se me acontecer alguma coisa, haver alguém que pode retomar o trabalho de navegação ).

Segunda parte: A aplicação do exercício no terreno.

Começámos por combinar entre nós que faríamos a navegação à vez, para que todos pudéssemos treinar. Ficaria assim, sempre um navegador, um líder de patrulha, e um “número dois” ou segundo navegador, com quem o navegador iria trocando algumas ideias, e que estaria pronto a tomar conta da navegação no caso de captura ou eliminação do navegador principal.

Carregado o equipamento nos veículos TT, lá fomos nós, sem conhecimento do local do exercício, vendados para que não pudéssemos ver o caminho. Durante o percurso, um dos elementos GOFE ia-se certificando que nenhum de nós tirava a venda. Antes de entrar no veículo tentei colocar o transponder a funcionar, mas, pelas luzes que ia piscando, acho que não consegui. Vamos ver o que o João consegue tirar das informações enviadas.

A chegada ao local:
Como seria normal num cenário real, em que os elementos heli-transportados  teriam de abandonar rapidamente o local,  os instrutores imprimiram a mesma dinâmica para retirar dali a malta. Lido o papel da missão, tiradas as coordenadas, lá fomos nós em direção ao objetivo. Comecei eu como navegador.

Fizemos um pequeno alto para consultar a carta e escolher o itinerário a seguir. Estando a amanhecer, mas ainda com condições de visibilidade bastante reduzidas, decidi escolher um trilho secundário, que nos levasse ao objetivo. Foi o que começamos por fazer. No entanto, e isto foi uma constante, reparei que o mesmo não se encontrava como descrito na carta. As cartas que tínhamos eram bastante recentes, no entanto, mesmo assim, verificamos, durante o exercício, a existência de muitos trilhos não assinalados, bem como outros que estando assinalados não estavam visíveis no terreno. Paciência, tive que me adaptar e segui, o que me parecia ser um terreno firme até ao rio.

A minha intenção foi a de usar o rio como “Hand rail”, ou “corrimão”, servindo este como guia até ao objetivo. O problema é que antes de lá chegar começamos a ficar atolados no lamaçal, algo que tornou a nossa progressão mais lenta e extenuante. Ainda assim não me arrependo da decisão porque nos retirou do caminho principal, onde as hipóteses de sermos capturados eram bem maiores.

Depois de muito terreno percorrido, sempre na direção certa e sempre pelo mato, lá chegamos a um ponto onde o nosso líder de patrulha decidiu estabelecer a base de mochilas. Combinámos a estratégia de aproximação ao objetivo final. Era uma ruína onde estava uma caixa com o nosso objetivo, tomámos o objetivo, extraímos a informação e retirámos em direção à base de mochilas. Antes disso, avistamos uma patrulha, assinalámos a sua posição e transmitimos a informação à organização.

Lê-mos as instruções para a tomada do segundo ponto, assinalámos a sua posição no mapa (que grande sorte, era bastante perto) e fizemos o primeiro erro grave: mal anotadas as coordenadas, e aqui faço mea culpa porque o meu papel aqui, não sendo o de navegador, era o de nº2, com a responsabilidade de verificar as coordenadas assinalados pelo navegador.

Importa aqui refletir sobre o erro que fizemos. O camarada Monteiro marcou as coordenadas comigo ao lado, em vez de estar só a fazê-lo, considero que ao estar ao lado dele a vê-lo a marcar as coordenadas me deixei influenciar e não as verifiquei como deveria.

Outra lição: deveria ter confirmado e reconfirmado as coordenadas, mesmo que perdesse mais 5 min. teria ganho a hora e meia que perdemos à procura do ponto.

E ainda mais uma lição: quando o ponto não surgir quase de imediato, convém logo confirmar as coordenadas, para ver se não fizemos asneira e não estamos a procurar no local errado.

Vendo as coisas pelo lado positivo: foi uma lição importante e bem apreendida, já que não voltamos a repetir o mesmo erro.

Coordenadas corrigidas, novo objetivo, uma ponte sobre a auto-estrada. Como sempre mantivemo-nos fora do caminho principal, para evitar emboscadas, e ainda bem que o fizemos, pois, tal como viemos a saber mais tarde, evitamos ali uma emboscada. Fizemos a aproximação à ponte, recolhemos o objetivo e voltámos a entrar no mato, depois da ponte. Vimos o veículo da organização, entrámos em contacto para relatar a informação e fizemos o nosso primeiro grande alto para comer e descansar.

___________________
2ª Parte:
___________________


Continuámos a usar a autoestrada como “corrimão” para o objetivo. Um “corrimão”, ou Hand rail, é algo, na paisagem, que nos permite seguir uma direção, sem ser necessário tirar o azimute. Sempre que possível deve ser utilizado, pois tem a vantagem de não ser necessário confirmar  a leitura na bússola.

Fomo-nos aproximando do 3º ponto, navegando sempre pelo mato, até lá chegarmos. Desta vez o ponto estava situado numa represa de água. A nossa missão: envenenar a água com recurso a material radioativo. Aqui ocorreu-me a ideia de recolher alguma água, mas, também aqui, o cheiro e a cor desta não nos inspiraram confiança, assim sendo resolvemos continuar. Mais uma coordenada marcada e confirmada, itinerário escolhido e a caminho. Desta vez o 4º ponto estava situado num conjunto de edificações. Para lá chegarmos tomámos um caminho de pé posto, paralelo a uma linha de água. A missão era de reabastecimento.

Chegado ao local reparámos que a zona era habitada, o que nos fez hesitar um pouco. Entrar numa propriedade privada, armados, em formação tática, era chato para as pessoas que lá viviam. Confirmámos novamente a coordenada para ter a certeza, o Duarte contactou a organização para saber se era aquele o local, e dividimos a nossa força em dois e fomos realizar um PO, devidamente camuflados. Verificando que o local era habitado resolvemos não saltar a vedação, como fizemos até ali, mas entrámos pelo portão, para não melindrar os donos do local. Recolhemos a informação e a água, e abandonámos o local, procurando um posto seguro para ler a intel e marcar novas coordenadas. Teríamos de chegar a um cruzamento, aguardar pela passagem do veículo da organização e destruí-lo, disparando um lança granadas. Naturalmente, tudo isto foi simulado, bastava colocar o respetivo cartão na caixa.

Antes de avançarmos, escolhemos um local seguro para fazer um alto de curta duração. Aqui as forças já faltavam, várias vezes, antes de chegar ao ponto anterior sofri de dolorosas cãibras nas pernas, algo de novo e surpreendente para mim. A explicação para isto é o facto do terreno ser muito pantanoso/arenoso, o que obrigou a um esforço extra.

Para lá chegar, a navegação não parecia difícil, retomámos o mato, seguimos um azimute, mas pela segunda vez, a progressão foi atrasada pelo facto do mato ser muito denso.  As pernas já pesavam bastante, depois de atravessarmos uma linha de água, em que foi necessário recorrer à catana e a uma passagem de areias movediças (estou a falar a sério) por cima de duas árvores, o cansaço era tremendo. Como estávamos junto ao caminho, e uma vez que não era o líder de patrulha, pedi a este que me autorizasse a tomar o caminho, com o objetivo de tornar a progressão mais fácil, e menos extenuante.

Não andámos 100m e fomos logo emboscados pelo Russo e pelo Frasão. Na primeira vez que optámos pelo caminho fomos todos eliminados. Deveria ter continuado pelo mato. Teríamos feito altos para descansar, ao invés de tomar o caminho, e assim continuaríamos sem ser detectados. Esta situação foi bastante frustrante, foi má sorte termos sido apanhados daquela maneira, ainda por cima estávamos num trilho secundário, a cerca de 1 km do objetivo, raios, não esperava nada ser apanhado ali. Fica a consolação de termos sido a última equipa a ser emboscada.

Ficámos esperando o veículo da organização e recebendo umas dicas dos GOFE para evitar este tipo de situação, nomeadamente aumentar a distância entre os elementos da patrulha e progredir paralelamente ao caminho em vez de ser no caminho. A distância que mantínhamos entre elementos é a normal (no airsoft), temos mesmo de falar sobre isto e aumentar ainda mais as distâncias, é muito mais difícil descobrir um elemento do que quatro, e se as distâncias forem maiores será muito mais difícil de sermos detectados mesmo que estivermos a circular num caminho.

Uma vez que já tínhamos sido apanhados resolvemos seguir pelo caminho, aumentando as distâncias, para ganhar algum terreno sobre a equipa de caça, e chegar rapidamente ao objetivo.

_________________
S.L. Tozecas.
T.N.T. Airsoft Team



Última edição por S.L.Tozecas em Qua Maio 07, 2014 9:26 am, editado 5 vez(es)
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Mo'Rack



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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Seg Maio 05, 2014 9:38 pm

Para este é preciso tempo.. Smile Mas assim muito sucintamente e em género de introdução, o NavEX foi uma operação/instrução por parte do G.O.F.E. com o intuito de transmitir conhecimentos de navegação por carta militar com auxílio de bússula e escalímetro. Para isso, contámos com uma componente teórica que começou pela noite até inícios da madrugada. A outra componente era a parte prática da anterior, fomos inseridos em local classificado onde depois se deu o início da operação com uma duração de 32h, sensivelmente.
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Facelobo

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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Ter Maio 06, 2014 1:15 am

Uiiii ... está visto que foi mesmo em grande
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The Saint



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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Ter Maio 06, 2014 9:53 am

Só 32 horinhas...
São os máiores!!
Contem-nos tudo!!
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Mo'Rack



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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Ter Maio 06, 2014 12:11 pm

Ora então começo eu. (Rescaldo por partes)

Hora combinada e lá estávamos nós, 22h onde tiramos todo o equipamento do carro e colocámos-lo na base dos G.O.F.E. Estavam presentes 10 elementos que iriam participar nesta operação, 3 elementos do G.O.F.E., 3 elementos da equipa Rangers, 2 elementos T.N.T. e 1 elemento da equipa Warfare Operating Contractors Visto ser apenas um, o camarada Monteiro dos Warfare Operating Contractors juntou-se aos T.N.T. formando assim a equipa BRAVO.

Cada equipa seria acompanhada também por um elemento do G.O.F.E., sendo apenas um operacional auxiliar, por isso contámos com a presença do camarada Duarte do G.O.F.E., este elemento estaria lá para prestar apoio a cada equipa e também estar sempre em comunicação directa com o comando por forma a logística correr da melhor maneira assim como gerir da melhor forma todas as equipas presentes.

Como fomos alertados isto não se tratou de um OEX, nem se pretendia que fosse, basta saber que se calhasse sermos abatidos ou capturados o CMDT. Filipe iria ter connosco e falávamos um pouco sobre o porque de ter acontecido sermos abatidos, o porque de algo correr mal, e dava-nos sempre dicas úteis e interessantes que ajudariam à missão ou a um objectivo específico.

Posto isto, Passamos então ao início do NavEX, a componente teórica. Tratou-se de uma transmissão de conhecimentos sobre a navegação por carta militar com o auxílio de bússola e escalímetro. Foram apresentados slides com a matéria que ía sendo seguida com alguns exercícios de maneira a cimentar aquilo que foi explicado, como tirar e ler coordenadas, como trabalhar com a bússola e escalímetro, traçar azimutes e triangular posições. Sabemos que isto não é novidade para os T.N.T. uma vez que a todos os operacionais e candidatos a operacionais lhes é transmitido e incutido tais conhecimentos. De qualquer maneira, é sempre uma oportunidade de treinar a navegação.
Houve dicas que eu nunca tinha ouvido falar sequer, de notar a que mais me interessou: os link-ups. Trata-se de sinais feitos por uma equipa para transmitir uma posição a outra equipa amigável, constrói-se com elementos naturais e próprios do terreno em que estamos inseridos. Não tenho nenhuma foto ou documento que o explique e exemplifique, mas decerto que se poderá explicar por mim ou pelo S.L Tozecas como fazer um link-up.

Depois de sensivelmente de algumas horas de formação, foi dado o briefing da missão que se iria realizar. Depois do briefing e já com todo o material preparado para sair em missão, colocaram-nos um gorro de maneira a começar a pressão psicológica e não sabermos onde se iria dar a missão, fomos portanto inseridos em local classificado.
As missões passavam por caixas espalhadas pelo terreno, cada uma continha um envelope com o nome de cada equipa com a próxima missão. Cada caixa mostrava também as coordenadas do local onde a mesma se encontrava.
Cada equipa deveria retirar o envelope a que correspondia a cada uma.
Teríamos ainda que comunicar de duas em duas horas, e às horas pares.
Haveria forças hostis inseridas no terreno para patrulhar, capturar e eliminar todas as outras.
Todas as equipas eram neutras/amigáveis, sendo que com objectivos diferentes, pelo que o trabalho deveria ser feito por cada equipa somente, até que houvesse alguma indicação para trabalharem em conjunto.

Enquanto equipa, decidimos que iríamos navegar à vez. Sempre que um tirava a coordenada, outro verificava. Isto fazia também com que o líder da patrulha também rodasse. Esta adaptação era necessária de maneira a que todos praticassem a navegação; por arrasto, cada um seria líder da patrulha tomando as decisões que achasse adequadas.

Entrámos nos carros, cabeça tapada, e depois de um bom tempo a andar de carro, com sono mas que não conseguia dormir; chegámos finalmente ao local, já com o sol a nascer dali a uma hora sensilvelmente, tirámos a primeira coordenada do primeiro objectivo e lá seguimos nós.


Última edição por mo´rack em Qua Maio 07, 2014 2:31 pm, editado 3 vez(es)
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Mo'Rack



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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Ter Maio 06, 2014 5:34 pm

Seguimos para o 1.º ponto, após verificar-se o mapa, seguimos por caminho que julgámos que iríamos cortar caminho, lá sigo eu à frente da coluna, mas o que aconteceu foi que o caminho escolhido nos atrasara, à noite e sem ver muito bem dou por mim a enterrar o pé na lama; "é só lama, siga"; mas depois entra água e começo a ficar preso e a custar a andar... Tínhamos seguido caminho pelo arrozal, pelo que atrasou consideravelmente a nossa chegada até ao primeiro ponto. Contámos também com muitas vedações de arame farpado, pelo que perdi a conta de quantas tivemos que saltar ao longo de toda a operação. Já era de dia, e cerca de 150 mth antes, deixámos as mochilas em local seguro de maneira a conseguirmos chegar com mais facilidade até ao objectivo. Lá encontrámos a casa, eu e o Tozecas avançámos até ela enquanto o Duarte e o Monteiro asseguravam a picada e o nosso avanço. Encontrámos a caixa, tirámos as coordenadas a transmitir ao Comando assim como o envelope que nos levaria até ao próximo objectivo e retirámos. Ao retirarmos, e já dentro do mato, avistámos uma equipa, deixámos-los passar e comunicámos ao comando o sucedido. Seguimos para a base de mochilas, descansámos uns minutos enquanto se lia e retiravam as coordenadas do próximo objectivo.

Para o ponto 1, aqui a dica do Duarte, elemento do G.O.F.E. julgo que é importante e de reter, e também se viu isso na nossa participação no CNPLD: "À noite, não entrem para o mato sem saberem e verem onde se vão meter, à noite usem as picadas". É também um bom aproveitamento das picadas à noite para se ganhar terreno e tempo.

Lá fomos nós então até ao 2.º ponto, tiradas as coordenadas e direcção definida, seguimos caminho. Este ponto não ficava muito distante do 1.º, e chegados ao local que achávamos ser o objectivo, não demos com o mesmo. Andámos às voltas, batemos terreno, abrimos uma linha e nada. Andámos nisto talvez uma hora, "epá o ponto tem que ser aqui, está ali a antena, está a linha de água, está ali a picada, tem que ser aqui", "mas já corremos isto tudo, não há sinal do cunhete, vamos verificar mais uma vez"... E nada, até que se decide confirmar as coordenadas novamente... estavam mal marcadas. Pronto, lá se verifica e marca novamente as coordenadas, e o erro estava em sensivelmente em 500 metros.
Mesmo com o modus operandi que estávamos a seguir, o navegador tira a coordenada, outro verifica, mesmo assim o erro aconteceu. Posto isto seguimos para o ponto que consistia na única passagem segura, tratava-se de uma ponte e o código a transmitir ao Comando encontra-ve colado no rail. Retirámos o código, atravessámos a ponte e reunimos aqui com o CMDT. Filipe, para falarmos mais um pouco, ver o que correu mal e trocar algumas impressões.

Partimos novamente, desta vez em direcção ao 3.º ponto. Mas decidimos parar, descansar e comer qualquer coisa uns 200 metros mais à frente do 2.º ponto. Montou-se perímetro e comemos qualquer coisa. Posto isto, seguimos caminho, ainda andámos um bocado até este ponto, os pés ainda estavam molhados e o calor já se começava a notar. Este 3.º ponto encontrou-se com aluga facilidade até, abrimos a caixa e retirámos o envelope com a nova missão e retirámos as coordenadas da caixa em questão e transmitimos ao Comando.
Tirámos as coordenadas e procedeu-se à respectiva confirmação, e seguímos para o ponto 4 comigo a navegar desta vez.

Seguimos então para o 4.º ponto, comigo navegar. Não posso dizer que foi difícil, aliás as vezes que me calharam, por acaso do destino ou não, não foram os mais difíceis. Fomos então dar a uma zona com barracões e pequenas edificações que nos pareciam habitadas pois tinham presença de cães, estranhámos ser aquele o local do 4.º ponto. Mandou-se então 1 binómio reconhecer o local pelo lado direito e outro binómio pelo lado esquerdo mas mais resguardado analisando o local. O ponto tinha dado em cima de um poço ou depósito de água, mas o binómio que avançou não reconheceu estes elementos. Confirmou-se novamente as coordenadas, as quais estavam correctas... Achámos estranho aquela situação, não queríamos de todo invadir propriedade privada. O Duarte ligou então para o Cmdt. Filipe a reportar aquela situação. A resposta dada pelo comando é que realmente era aquele o local. Decidiu-se então passar a vedação e reconhecer a parte interior deste local e lá se encontrou o depósito de água. 
3 elementos entraram para cumprir o objectivo, enquanto fiquei na parte de fora a assegurar a saída dos mesmos. É quando vejo que o nome da missão que estava a decorrer com o nome de "reabastecimento" faz sentido, a malta traz garrafas de água nas mãos. Uma bela surpresa pois o Tozecas não tinha água e eu estava desesperado para beber água que não soubesse mal (o Camelbak que levei dava à água um sabor horrível e nem tinha vontade de beber por ali). Estávamos cansados pelo que decidimos avançar uns 200 metros e escolher um local para descansar um pouco. Todos comemos qualquer coisa e recuperámos energias. Informámos também o Comando das coordenadas do objectivo que tínhamos acabado de cumprir e lemos o briefing da próxima missão.
Partimos então para o 5.º ponto, sem saber o que nos esperava a seguir...

                  
Continuação I

A caminho do 5.º ponto, lá continuámos pelo mato a dentro, denso quanto baste, chegando perto de uma linha de água que aparentava ser baixa, mas assim que o Tozecas, que ía à frente, meteu o pé, viu-se logo que aquilo não era apenas lama, mas que aparentava ser arei movediça. Mesmo que não fosse (e parecia ser) seria um risco e decidiu-se então passar por cima de dois troncos um tanto débeis para conseguirmos atravessar a tal linha de água. O cansaço já se notava, e depois disto decidiu-se seguir um pouco do caminho pela picada de forma a recuperarmos algumas energias e tempo... Lá seguimos nós pela picada e, passados 30 metros, decidiu-se verificar o mapa, voltámos a andar mais 20 metros ou se tanto e somos surpreendidos numa emboscada. Foi chato, tínhamos sempre feito o trajecto for das picadas e logo quando o decidimos fazer somos emboscados. Esta emboscada resultou bastante bem para o in. e fez com que a nossa unidade fosse toda eliminada. Ficámos desmoralizados com a situação mas seguimos caminho até chegar ao 5.º ponto. Seguimos o mesmo método, tirámos as coordenadas daquele local e o envelope da missão seguinte dentro da caixa e seguimos para local segura para transmitir ao Comando e ler a missão.

O ponto 6, que seria o seguinte, foi outro que deu dores de cabeça. Tirou-se e confirmou-se as coordenadas e mesmo estando onde achámos ser o local teimou-se em não se conseguir descobrir o ponto. Andámos às voltas, analisámos o mapa, reconfirmámos coordenadas e nada. Tínhamos a linha de alta tensão como referência mas essa não estava marcada no mapa. Enquanto andávamos nisto, avistámos uma viatura e escondem-nos. O objectivo deste 6.º ponto seria o de criar o tal link-up, ou até entrar em contacto directo com forças infiltradas/amigáveis. Mas não tínhamos a certeza do que se tratava aquela viatura. Aguardámos um bocado mas pouco depois, decidiu-se avançar para a viatura. Tínhamos uma senha e contra-senha, e caso não respondessem correctamente, abriríamos fogo... Exclamada a senha, do outro lado obtivemos a contra-senha correcta e reagrupámos com as forças amigáveis. 
Era o Cmdt. Filipe novamente e colocou-se a questão de a possibilidade do sítio onde estávamos, ser o incorrecto. O Cmdt. Filipe prontamente nos apoiou ajudando a ler melhor o mapa e dando algumas dicas para desvendar a situação, e posto isto seguimos então em direcção ao local correcto do 6.º ponto. A caminho do mesmo, avistamos uma patrulha na picada e que se decidiu voltar a colocar a senha; do outro lado responderam correctamente, era outra patrulha que andava à procura do mesmo que nós... o link-up.

Visto a outra equipa estar com a mesma dificuldade que nós, o Cmdt. Filipe decidiu ir connosco até ao local e ajudar-nos a realizar o link-up. Apanhámos algumas pedras e ramos próprios daquele local e criou-se o símbolo desejado.
O link-up, como disse anteriormente, serve para indicar um ponto seguro entre forças amigáveis. Sendo a nossa equipa a primeira a chegar ao ponto 6 primeiro, deveríamos ter sido nós a criar o link-up para que a equipa que chegara depois pudesse seguir a indicação que apresentava o link-up e reagrupasse connosco no local em que estivéssemos a assegurar perímetro.

Estávamos extenuados e melindrados com o ponto anterior, pelo que o objectivo do link-up não se conseguiu realizar, ainda assim ficou percebido como fazer e proceder. Criou-se então ali um ajuntamento das duas equipas, pois o próximo ponto e objectivo teríamos que trabalhar em conjunto. Aguardámos 2 horas, pois a terceira equipa haveria de estar no local a fazer reconhecimento do 7.º ponto e tínhamos que aguardar que a mesma transmitisse informação sobre esse ponto; aproveitou-se para descansar e comer qualquer coisa com o final do dia a aproximar-se. Tinha sono, doíam-me os pés por ainda estarem molhados. Decidi então mudar de meias e meter as botas a secar à pouca luz do sol, que ainda restava. Penso que que acabei por dormir apenas uns 30 minutos...
Depois do descanso de todos e dado a luz verde, estava na altura de seguir para o ponto 7.

No 7.º ponto, teríamos que assaltar e tomar um local com duas edificações. Lá seguimos marcha, a noite começava a cair logo após os primeiros 500 metros feitos... No caminho que íamos fazendo havia patrulhamento móvel intenso, ainda que seja fácil esconder aos faróis dos veículos, não podemos esquecer que os mesmos tinham um "holofote" móvel. Chegámos perto do local, uma patrulha móvel para mesmo a menos de 3 metros de nós, estávamos deitados nas ervas altas o que nos deu alguma cobertura. Essa patrulha estava parada para abrir e passar a cancela, quando a passaram projectaram a luz mesmo para onde eu estava... Estava pouco coberto desse lado mas mantive-me imóvel, tenho quase a certeza que me me viram mas como não me mexi achei talvez que tivessem dado uma "abébia" ou então não me viram mesmo. Lá nos levantámos, deixámos ali as mochilas, e seguimos para cumprir o objectivo.
Foi demorado lá chegar, as forças in. várias fontes de iluminação, durante a nossa aproximação o in. liga de repente uma lanterna fortíssima. Se aquela luz apanhasse o mais pequeno pormenor da nossa presença que fosse, estaria o ataque surpresa da nossa parte dado errado. Eu estava no ponto mais à frente junto a uma árvore, o Tozecas pouco depois se juntou a mim. Ficámos em observação alguns minutos até que o Tozecas fez soar o alarme: ATACAR! Eu e o Tozecas atacámos pela direita, outros pela esquerda e os restantes entrariam pelo meio. Eliminámos as forças in. que ali se encontravam, verificámos os edifícios à procura da caixa com a próxima missão, retirámos os envelopes e retirámos até à base de mochilas.

Quando a coisa é fácil demais, uma pessoa estranha, aqui toda a gente sabe que o G.O.F.E facilitou... Smile Aqui também o que interessava era a navegação e não uma instrução em Ataque táctico ou whatever... Bastava eles manterem as luzas acesas por exemplo para nos detectar e ter visão sempre sobre nós, coisa que não fizeram...

Após concluído o ponto 7 e já nas mochilas, as duas equipas leram o briefing da próxima missão pois não sabíamos se seria novamente conjunta ou não. Visto isso, verificou-se que os próximos objectivos de cada equipa estariam próximos um do outro, decidiu-se então manter as duas equipas juntas, concluir esses próximos objectivos e ficarmos juntos para pernoitar.

Assim foi, seguimos para o ponto 8 de cada equipa, a equipa Rangers concluiu o seu objectivo mais depressa que nós, tínhamos outro ponto bem escondido, debaixo de uma ponte e que atrasou ligeiramente aquilo que pensámos que iria ser rápido. Ainda assim o ponto 2 e 6 foram os mais problemáticos (até agora). 
Depois de tomarmos os objectivos, reagrupámos e escolheu-se um local escondido onde pudéssemos passar a noite. Não dormia à quase 48 horas, não que não aguentasse acordado o resto do fim de semana, mas os meus pés e joelhos já não aguentavam. Cometi um erro em só levar um par de meias para muda quando as minhas botas precisam de dois por serem um número acima. Ou seja, andei sim com uma muda seca, mas o meu pé estava a "boiar" dentro da bota pelo que a fricção era maior e o desgaste já se notava, quase que tive para voltar a calçar outro par de meias das que estavam molhadas...
Lá se montou o abrigo, mochilas à "porta" da tenda, réplica ao lado e lá dormimos nós. Acordámos aos primeiros sinais de luz, creio termos dormido 6 horas, e souberam mesmo bem. Estávamos revigorados mas o cansaço ainda estava presente, dor nas costas, pés e joelhos... 
Confirmámos as coordenadas do próximo ponto, cada equipa a partir de agora separar-se-ia visto serem pontos diferentes. Desfizemos o abrigo, comemos qualquer coisa e arrancámos.

                   
Continuação II


Começámos a caminhada para o 9.º ponto, não ficava longe do local em que pernoitámos, ainda assim, aquela "moleza" matinal aliada à dores que já se faziam sentir à muito, não ajudava. Passados uns 500mts, vimos primeiros sinais de movimentação, uma patrulha móvel passa por nós, tivemos tempo para nos escondermos. Deixámo-los passar e seguimos novamente caminho acabando por chegar ao ponto. Ali, onde seria o local primário de extração, comunicámos por rádio ao Comando dizendo que nos encontrávamos em posição para extração, obtivemos resposta que o "heli" chegaria dali a 10 minutos. Assim sendo esperámos. Passado esse tempo, recebemos informação do Comando que nos informa que o heli não iria conseguir chegar àquele local por falha mecânica. Restou-nos então receber novas instruções e seguir para o local de extração secundário, o 10.º e último ponto, onde seríamos resgatados por um segundo "heli" que iria ser enviado. Tínhamos até às 10:30 para concluir a missão e sermos extraídos (faltavam sensivelmente 30 minutos).
Seguímos para o ponto 10, penso que foram mais 2km de caminho mais ou menos. A certa altura decide-se para e verifcar o mapa, calculou-se qual a direcção a tomar e tirou-se um azimute. Seguímos então novamente na direcção dada pelo azimute. 500 metros mais ou menos, nós dentro do mato e damos com uma patrulha na picada, tratava-se da equipa que tinha pernoitado connosco, decidimos não dar sinal da nossa presença uma vez que não sabíamos se o ponto a que se dirigiam era o mesmo que o nosso. Esperámos então que essa equipa passasse e seguimos novamente caminho.

Avistámos o local suposto da extração, verificou-se o mapa e avançámos novamente... 
- "Espera, isto afinal não é aqui"... "Não pode ser, deixa ver noavamente"... "Fo"$#!"-se, está errado, merda pá!" 
Perdemos tempo a seguir nesta direcção errada, pelo que agora tínhamos que nos despachar ou acabaríamos por não cumprir a missão. Decidiu-se seguir pela picada (que afinal se confirmou ser a mesma que a outra equipa que tínhamos visto, tinha passado) de forma a recuperármos o tempo que perdemos e para caminhar mais facilmente.
Felizmente, conseguimos chegar ao local de extração, acho que a menos de dez minutos para terminar.
Ali com a malta toda reunida, fez-se um apanhado da operação e o debrifieng da mesma, houve troca de mais dicas e conselhos que eram uma mais valia a poder usar futuramente.

              
Conclusão

Houve aspectos, pessoalmente, que foram importante e serviram para tomar conhecimento do que fazer e não fazer, em possiveis futuros jogos/treinos deste género.

- Não levar mais do que precisas. Fomos talvez a equipa que mais peso levava, embora acabassemos por usar o que levámos, não se justificou para as horas que foram levar o que se levou. Serviu para treino ainda assim...
- Embora ache que se deva cortar caminho, e como ja referi que o mesmo aconteceu no CNPLD (sou sempre eu a abrir caminho... Very Happy) À noite tem que se ter cuidado por onde nos enfiamos, a visibilidade é reduzida, podemos saber o que diz o mapa, mas não sabemos  o que se encontra naquele sitio e naquele piso onde estamos exactamente. A noite podemos andar pelas picadas, ganhamos tempo, temos ponto de referencia que sabemos onde estamos (se o caminho estiver indicado no mapa)
- Terreno sem elevação não quer dizer que seja fácil. Aliás, era um terreno bastante duro mesmo sem elevações, contava-se pelos dedos os sítios onde se conseguia andar bem, era areia, terreno cheio de imperfeições, lamaçais, agua. O unico sitio onde se andava melhor era nas picadas, sitio que menos usámos e mesmo assim o caminho não estava nas melhores condições. Pelo menos eu e o Tozecas sentimos essas imperfeiçoes, e pagámos com o corpo.
- Malta batida em navegação também erra... Smile E isso é normal, pelo menos todos aprendemos com os erros. Serviram também as dicas dadas pela malta.
- O sentido de camaradem nestas alturas, não só entre nós mas com as outras equipas é de dar valor. Já agora Tozecas, estás-me a dever água e comida Smile
- Aprendi o que são e como fazer um simbolo link-up, através de elementos naturais, claro esta que quem for a ver aquilo (amigáveis) tem que saber o que aquilo é...

Quero agradecer ao G.O.F.E. pela organização deste evento, foi sem dúvida uma mais valia no que toca ao meu desenvolvimento enquanto jogador de airsoft, pelas dicas e conhecimentos transmitidos ao longo de todo o fim-de-semana. Esperamos então pelo AtaquEX ou o TactiEX Smile

Às restantes equipas, malta 5 estrelas. Ao Monteiro por alinhar connosco a 100% Smile Prazer partilhar o fim-de-semana convosco.

Ao Tozecas, o homem vibra com isto pá!!! Fora as cãibras e cansaço manteve-se sempre alerta. Estás-me a dever água Smile Aliás troco a água por red bull aceitas? ahaha

___

E aqui está o meu rescaldo do NavEX... Aconselha-se um refresco ou um café para fazer a leitura deste post.


Última edição por mo´rack em Qui Maio 08, 2014 2:45 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Adicionado continuação do rescaldo)
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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Qua Maio 07, 2014 1:27 am

Uauuuu  study 
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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Qua Maio 07, 2014 2:33 pm

Facelobo escreveu:
Uauuuu  study 

lol Smile e ainda falta (mas já está a acabar no meu caso)
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MensagemAssunto: Rescaldo NavEX   Qua Maio 07, 2014 5:16 pm

Caros amigos, isto é um cheirinho do que vos espera num O.E.X., e em jogos " milsim" onde temos participado..

Dai a nossa constante insistência para que sempre que possivel, participem nestes eventos onde os desafios são reais.
Depois de estarem presentes em eventos destes, voltam com bolhas,dores,etç.. mas reforçados e completos de conhecimento e experiência para outros eventos e treinos.

Cá aguardamos pelo resto dos vossos rescaldos, sabendo eu como é a adrenalina de participar em jogos/treinos destes...

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MensagemAssunto: Re: Rescaldo NavEX   Qui Maio 08, 2014 2:47 pm

- Adicionado o rescaldo completo -

Amigo Olimpo, foi mesmo proveitoso. Tive pena de não terem vindo, foi um treino descontraído onde deu para aprender algumas coisas.
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